SER MÃE SOB A VISTA ESPIRITUAL
O fato de uma mulher ser mãe, muda toda sua vida, desde a gestação passando pelo nascimento da criança, e desenvolvimento da criação de seu filho.
A Doutrina Espírita esclarece que se trata de um compromisso importante, porque ao gerar um filho esta mulher assume esse compromisso perante as Leis de Deus, oferecendo oportunidade para que um espírito, pela reencarnação possa evoluir, cabendo aos pais o amparo necessário para sua caminhada de novos aprendizados.
A pergunta 890 do Livro dos Espíritos esclarece que o amor maternal é uma virtude, ou um sentimento instintivo comum ao ser vivo.
O amor pelos filhos serve para conservá-los e é limitado às necessidades materiais, que cessa quando os cuidados se tornam inúteis. No homem, o amor persiste por toda a vida, e comporta um devotamento e uma abnegação que constituem virtudes; sobrevive mesmo à própria morte, acompanhando o filho além da tumba.
Compreende-se que existe além dos laços físicos, um elo poderoso de ligação entre mães e filhos, por esse motivo o amor materno é realmente capaz de ultrapassar barreiras.
Todas as religiões cristãs, com raras exceções, reverenciam com carinho e gratidão a figura impar de Maria de Nazaré, sublime Mãe de Jesus. No espiritismo a doutrina se assenta em base científica, filosófica e religiosa, sendo que nesta última como o Cristianismo Redivivo, caracteriza com Consolador prometido por Jesus, também aprendemos a reconhecer Maria como Entidade Evoluidíssima, que havia conquistado há 2000 anos, elevadas virtudes e tornando-se apta a desempenhar na Crosta Terrestre tão elevada missão.
Ser Mãe representa a possibilidade do exercício do amor incondicional, doando o melhor de si para a evolução de um espírito que nasce no papel de filho, seja ele um amigo do passado, ou alguém que necessita de reconciliação, com oportunidade de reconstruírem juntos uma nova história.
Texto Extraído do Blog Mundo Maior


