VIDA EM PLENITUDE
O medo da morte deve ser racionalizado face à inevitabilidade desse fenômeno biológico.
Tudo nasce na forma orgânica para transformar-se molecularmente através da morte.
A morte é, portanto, uma forma de desestruturação celular, de alterar o conjunto material sem destruir a energia que o sustenta.
Nada existe que não experimente alteração, desde que a inércia é somente incapacidade de se perceber o movimento.
A vida é o ser perene, pois que se encontra em todo o Universo, originada no Pai Criador e que jamais se extingue.
A vida é o ser espiritual em diferentes estágios, evoluindo sem cessar, a partir da vibração inicial até a angelitude superior.
Por isso mesmo, o ser real não é o físico, mas o Espírito que modela, e que, mediante a disjunção das moléculas se liberta da cláusula carnal, da mesma forma que, mediante a união das partículas, volve ao corpo e recomeça a experiência orgânica.
Morrer, desse modo, é desprender-se do magnetismo, do vitalismo orgânico, voltando à vida em plenitude, à origem (“Fonte de Luz” pelo espírito Joana de Ângelis. Psicografado por Divaldo Pereira Franco).
E assim devemos aproveitar a oportunidade dessa vida, aprender a ser muito mais do que ter.
Aprender a evoluir no melhor de nós, espírito que estamos de passagem para o crescimento.
E que vamos voltar à origem, à origem Divina.
Denise Costa


