ESTUDO DA GÊNESE
Este Livro foi publicado em 1868, por Allan Kardec, e relata o Caráter da Revelação Espírita, a Existência de Deus, o Papel da Ciência na Gênese, os Milagres e as Predições.
Este procura fazer uma ligação direta entre duas forças que regem o Universo: O Elemento Espiritual, mais precisamente, o Espírito e a Matéria.
Desprezando um deles, temos dificuldade de aprender a realidade na sua totalidade, pois esses dois elementos constituem, junto com Deus, a Trindade Universal.
O Espiritismo, demonstrando a existência do mundo espiritual e suas relações com o mundo material, dá a solução de uma infinidade de fenômenos incompreendidos e considerados inadmissíveis por diferentes pensadores da época (e descrentes, atualmente).
Esses fatos são desconhecidos por aqueles que não entendem as Leis que regem os dois mundos, girando incessantemente no mesmo círculo de ideias, desconhecendo inclusive os dados positivos da Ciência.
O espiritismo não tem mistério, nem teorias secretas; nele tudo deve ser dito às claras, afim de que cada pessoa possa julgar essas teorias e mistérios, para que cada um, com seu conhecimento de causa, possa fazê-lo e viver com os exemplos a serem seguidos.
Há poucos anos, a novela da Gênese, gravada por Entidade Evangélica, estava recheada de mistérios e romances, mas sem julgá-la temos em primeiro lugar: que nos ater àquelas referências de ação dos diversos e inúmeros Deuses idolatrados e que hoje sabemos, que são ações de um único Pai Criador; em segundo lugar: embora se tratasse de um roteiro evangélico não devemos nos ater a ideia de que são coisas do demônio ou pecaminosas, até porque parte dos relatos fazem parte da nossa realidade atual (corrupção, crimes, enganações, festas mundanas e orgias – proibidos na Pandemia), e tantos outros exemplos, nos obrigando a refletir nosso papel como cristãos na vida atual; em terceiro lugar: de que somos irmãos em Cristo, e filhos do mesmo Pai, e que o Amor, o Respeito nasçam dos exemplos Daquele que veio à Terra e Morreu por nós.
Reflitam, pensem e modifiquem seus julgamentos, lembrando: “Que o julgador um dia também será julgado”.
Linda de Fátima


